<delect id="x1nlh"><ins id="x1nlh"></ins></delect>

    <em id="x1nlh"></em>

    <span id="x1nlh"></span>

    <big id="x1nlh"></big>
        <ins id="x1nlh"><i id="x1nlh"></i></ins>

                  Português>>China

                  Ex-embaixador chinês no Brasil antevê refor?o das rela??es bilaterais com visita de Bolsonaro

                  Fonte: Diário do Povo Online    21.10.2019 12h53

                  Este ano marca o 45o aniversário do estabelecimento de rela??es diplomáticas entre a China e o Brasil. Nos dias 24 e 25 de outubro, o presidente Jair Bolsonaro irá fazer sua primeira visita oficial à China. Com a aproxima??o desta data, Chen Duqing, ex-embaixador chinês no Brasil, concedeu uma entrevista exclusiva ao Diário do Povo, abordando a evolu??o das rela??es sino-brasileiras.

                  Chen descreve metaforicamente a rela??o entre os dois países como o “amor após o casamento”. “Costumo dizer que houve primeiro um casamento, e depois veio o amor. Casamento, assinatura… tudo foi um processo de entendimento mútuo. Foi um processo de quase 10 anos. Embora tenha sido estável, n?o foi de todo rápido. Foi um processo que levou tempo”.

                  As rela??es sino-brasileiras come?aram a se desenvolver mais rapidamente na década de 1990 e, após darem entrada no novo século, avan?aram como nunca antes - a China superou, entretanto, os EUA como maior parceiro comercial do Brasil.

                  Em 2018, o volume de comércio entre a China e o Brasil atingiu os 111,1 bilh?es de dólares americanos, excedendo a barreira dos 100 bilh?es. Em 1974, o volume total do comércio entre os dois países era de apenas 17,4 milh?es de dólares. Nos dias que correm, 1 dia equivale a 300 milh?es de dólares. Um dia do ano passado equivalia ao volume total de comércio de há dezenas dos anos. Estes números s?o inimagináveis. A proximidade da rela??o implica que ambos reconhecem a importancia do interlocutor.

                  No que concerne ao desenvolvimento sólido das rela??es bilaterais, Chen Duqing acredita que os cinco princípios de coexistência pacífica promovidos pela China desempenham um papel importante. “Nunca interferimos nos assuntos internos um do outro e respeitamos o sistema escolhido pela outra parte no seu caminho rumo ao desenvolvimento”.

                  Chen lembra que várias gera??es de líderes chineses visitaram o Brasil, pelo que existe um conhecimento profundo do país, deixando bases para o futuro desenvolvimento das rela??es.

                  “Acredito que o fato do relacionamento ter se desenvolvido até este ponto é fruto dos esfor?os conjuntos de ambas as partes”, afian?a.

                  A primeira visita do presidente Jair Bolsonaro à China terá, nas expectativas de Chen Duqing, um impacto positivo para os dois países. “Acho que o mais importante desta visita é o aprofundamento do entendimento e da confian?a mútua, além, claro, da coopera??o econ?mica e comercial. Além disso, poderá ser possível também promover a coopera??o nos setores de alta tecnologia, inova??o tecnológica, comércio eletr?nico, entre outros setores afins no futuro”.

                  A visita do presidente irá também servir para aproximar mais os dois países em outros setores. Atualmente, governadores de vários estados brasileiros planejam visitar a China. O governo federal enviou um sinal positivo de que tais visitas ser?o cada vez mais importantes. As visitas de outros escal?es governamentais s?o pragmáticas na cria??o de projetos, atra??o de investimento e prospe??o de diversas áreas de coopera??o.

                  Em novembro deste ano, o 11o encontro dos líderes do BRICS terá lugar no Brasil. Relativamente à coopera??o sino-brasileira em organismos internacionais e multilaterais, Chen Duqing acredita que, desde o estabelecimento do BRICS, por exemplo, a China tem sido exemplar no seu relacionamento com os demais membros.

                  Originalmente corriam rumores de que, se o Brasil mudasse de presidente, o projeto do BRICS cairía por terra. Tal n?o parece ser o caso. O embaixador refere ainda que este encontro servirá para melhor conhecer o Brasil e para o país desempenhar um papel mais contundente no organismo.

                  Além dos domínios econ?mico e comercial, a China e o Brasil têm vindo a cooperar na ciência e tecnologia, infraestrutura, entre outros - especialmente na tecnologia 5G. Em maio deste ano, o vice-presidente Hamilton Mour?o enfatizou durante a sua visita à China em maio a importancia do 5G. Em coopera??o com a Huawei, Chen Duqing, acredita que o Brasil tem adotado uma atitude pragmática.

                  Há bem pouco tempo, o secretário do Comércio dos EUA colocou press?o sobre o país para colocar entraves à ades?o ao 5G. Além de tal apelo ter sido descartado, foram desmascarados os motivos ulteriores da proposta americana.

                  “Acho que a coopera??o sino-brasileira deve eliminar interferências estrangeiras no futuro. As afirma??es de Mour?o s?o muito positivas. é claro, o presidente está vindo, por isso acredito que n?o irá voltar atrás nesta quest?o. Porquê? Porque é do interesse nacional do Brasil. O Brasil tem de ser capaz de implementar o desenvolvimento econ?mico e tal é impensável sem o papel da indústria de comunica??es”.

                  Chen Duqing revela estar otimista para o futuro das rela??es bilaterais. “De acordo com a minha experiência no Brasil ao longo dos anos, estou otimista para o futuro do país e das rela??es com a China. Sempre fui otimista”. 

                  0 comentários

                  • Usuário:
                  • Comentar:
                  大圣棋牌